O Lisbô Pinheiros, empreendimento da Benx em parceria com a Tellus na Rua Lisboa, 242, existe na interseção de três das maiores demandas de locação de São Paulo: médicos e residentes que trabalham no Hospital das Clínicas da FMUSP (HC), profissionais das principais fintechs e startups de tecnologia do eixo Pinheiros–Faria Lima, e investidores que buscam renda passiva em um endereço com ocupação estrutural e permanente.
O resultado é um produto com demanda de locação garantida por dois ecossistemas simultâneos — saúde e tecnologia — que independem de ciclos econômicos.
Os apartamentos R2V virão já com acabamentos, metais, louças, ar-condicionado, fechadura eletrônica e outros itens. HIS 2 e HMP serão entregues no contra-piso.
O Hospital das Clínicas da FMUSP — o maior complexo hospitalar da América Latina, com 2.600 leitos e mais de 50 especialidades — fica a menos de 10 minutos a pé da Rua Lisboa, 242. O Instituto do Coração (InCor), o Instituto de Psiquiatria (IPq), o Instituto da Criança e o Hospital das Clínicas Central estão no mesmo complexo, na Avenida Dr. Enéas de Carvalho Aguiar — que começa exatamente no eixo da Estação Clínicas da Linha 4-Amarela.
Para o médico residente ou especialista que faz plantões no HC ou no InCor, a matemática é direta: em vez de pagar R$3.000 a R$5.000/mês de aluguel num apartamento disperso pela cidade, comprar um studio no Lisbô converte o custo fixo de moradia em patrimônio, elimina o deslocamento e coloca a porta do hospital a um trajeto a pé ou a uma estação de metrô. Sobretudo, em um prédio de alto nível
Para o investidor, o HC gera uma demanda cativa de locatários altamente qualificados — médicos residentes, pesquisadores, profissionais de saúde — com renda verificável e contratos tipicamente longos. É o tipo de inquilino com o menor índice de inadimplência do mercado imobiliário paulistano.
A Rua Lisboa, 242 está a menos de 8 minutos a pé do escritório do Nubank na Rua Capote Valente, 39 — uma das maiores fintechs do mundo e o maior empregador de tecnologia do bairro de Pinheiros. No mesmo raio, ainda caminhando, estão os escritórios do QuintoAndar, da Stone e de dezenas de scale-ups que escolheram o eixo Pinheiros–Oscar Freire–Faria Lima como sede.
Para o engenheiro, designer ou analista dessas empresas que aluga em Pinheiros pagando R$4.000 a R$6.000/mês por um studio, o Lisbô representa a transição para o próprio imóvel com financiamento compatível com a renda do setor — sem mudar de bairro, sem abrir mão do metrô na porta.
A Estação Oscar Freire (Linha 4-Amarela) fica literalmente a metros da entrada do empreendimento. Quatro estações separam o Lisbô da Faria Lima, onde estão headquarterados o BTG Pactual, o Itaú BBA, a XP e centenas de fundos de investimento. Para profissionais financeiros que trabalham na Faria Lima e querem morar em Pinheiros — o bairro preferido de quem trabalha no corredor financeiro paulistano — o Lisbô é a resposta de menor fricção disponível no mercado hoje.
O argumento de investimento do Lisbô é estrutural, não especulativo. A demanda de locação em imóveis compactos próximos ao Hospital das Clínicas e ao polo tech de Pinheiros existe há décadas e independe de conjuntura econômica: toda nova turma de residência do HC gera nova demanda de moradia no entorno; toda rodada de contratação do Nubank e das fintechs coloca novos profissionais na fila por studios em Pinheiros.
Com studios a partir de R$ 546.856 e apartamentos de 1 dormitório até R$ 973.800
A Estação Oscar Freire conecta o imóvel ao maior número de centros empregadores de São Paulo em 30 minutos: Hospital das Clínicas e InCor a pé, Faria Lima em quatro estações, Paulista em duas, Berrini em seis. Para o investidor que pensa em renda passiva de longo prazo, nenhuma outra localidade combina essas duas âncoras de demanda — saúde e tecnologia — com acessibilidade de metrô e preço de entrada acessível.
Entrega prevista para março de 2029.
Entre em contato com a Scomparin Imóveis para descobrir mais e conhecer a rentabilidade.
* Valor referente a unidade HIS 2. Voltadas apenas para moradores e quadrados na renda de até 6 salários mínimos.
Uma das características mais raras do Lisbô é a presença de unidades HIS e HMP — que tornam o endereço Pinheiros acessível para quem raramente tem essa opção:
• HIS-2 (Habitação de Interesse Social): unidades específicas com preço de venda até R$ 383.636,74 para famílias com renda mensal de até 6 salários mínimos.
• HMP (Habitação de Mercado Popular): unidades com preço até R$ 537.672,71 para famílias com renda de até 10 salários mínimos.
Para o público HIS e HMP, o Lisbô entrega um endereço de alto padrão — Pinheiros, metrô na porta, lazer completo — com condições de financiamento acessíveis e aprovação pela Caixa Econômica Federal. É uma oportunidade que a maioria dos lançamentos nesta região simplesmente não oferece.
O Lisbô tem cinco configurações de planta, cada uma com propósito claro:
• Studio 23,75m² — R$546.856. Planta mínima, máxima funcionalidade. Para quem vive no bairro mais do que em casa.
• 1 Dorm 24m² (HIS) — R$383.600. O preço de entrada mais baixo de Pinheiros, com metrô na porta.
• 1 Dorm 24m² (HMP) — até R$537.672. Mesma localização, condições especiais de financiamento.
• 1 Dorm 33,1m² — planta expandida com área de estar separada.
• 1 Dorm 41m² — R$973.800. A maior planta disponível — com espaço para home office, sala e dormitório bem definidos.
R: Sim. O Lisbô Pinheiros inclui um Estúdio de Gravação entre os espaços de lazer e convivência — um diferencial inédito entre os condomínios residenciais da Rua Lisboa e raro em Pinheiros. Projetado para criadores de conteúdo, músicos, podcasters e profissionais de áudio, o estúdio oferece isolamento acústico e infraestrutura profissional dentro do próprio condomínio. A lista completa de amenidades inclui também Coworking, Espaço Zen, Sauna, Deck Molhado, Solarium, Pet Care, Lavanderia, Market e Salão de Festas.
R: As unidades HIS (Habitação de Interesse Social) e HMP (Habitação de Mercado Popular) do Lisbô são unidades específicas com preços controlados para famílias de menor renda: as HIS-2 têm preço de venda de até R$ 383.636,74 para renda familiar mensal de até 6 salários mínimos; as HMP têm preço até R$ 537.672,71 para renda de até 10 salários mínimos. Ambas as categorias permitem financiamento pela Caixa Econômica Federal e uso do FGTS. São a forma mais acessível de ter um endereço em Pinheiros com metrô na porta — um benefício que poucos lançamentos da região oferecem.
R: Sim. A Estação Oscar Freire da Linha 4-Amarela fica a metros da Rua Lisboa, 242 — literalmente na porta do Lisbô. A Linha 4-Amarela conecta diretamente à Estação Fradique Coutinho (Faria Lima), Paulista, República e Luz, além de integrar com as linhas 2-Verde e 3-Vermelha. Para moradores que trabalham no polo tech de Pinheiros (Nubank, iFood, QuintoAndar), a Faria Lima e a Paulista são acessíveis sem carro e sem congestionamento.
R: O Lisbô tem cinco tipologias: studio de 23,75m² (R$546.856), apartamentos HIS 2 de 24m² (a partir de R$383.600), apartamentos HMP de 24m² (até R$537.672), 1 dorm de 33,1m² e 1 dorm de 41m² (R$973.800). O Lisbô é o lançamento Benx com o preço de entrada mais acessível de Pinheiros. Entrega prevista para março de 2029. Entre em contato com a Scomparin Imóveis para receber a tabela atualizada e verificar a disponibilidade das unidades.
R: O Lisbô combina os dois fatores que maximizam retorno de locação em São Paulo: localização premium (Pinheiros, metrô Linha 4-Amarela na porta) e tipologia compacta (studios e 1 dorm até 41m²). Studios em Pinheiros próximos ao metrô têm demanda de locação consistente — tanto por profissionais de tech, quanto por estudantes da USP e HC, quanto por nômades digitais. O preço de entrada (R$383.600 HIS ou R$546.856 studio) é o mais acessível da região, com potencial de valorização ao longo da obra até março de 2029. Para uma análise personalizada de retorno, entre em contato com a Scomparin Imóveis.